O
passado representa o futuro?
Média,
desvio padrão, coeficientes, correlações, pesos e probabilidades, incerteza e Tomada
de Decisão. Será que 3 ou 4 graus de incertezas podem representar o passado? E se cairmos no “buraco negro”, no erro
aleatório?
A
amostra do passado refletirá os dados presentes? E se as informações não forem
precisas, não serão representativas do evento analisado? Segundo Drucker, nos
últimos anos 20 anos o mundo mudou mais
do que nos últimos 100 anos, e portanto o valor esperado pode não ser tão esperado e sim enviesado.
Então
não há o que se fazer:
Tomar
Decisões em informações que pouco
representam o dia de hoje e pouco
representará amanhã pode ser
arriscado. Os vieses podem ser conhecidos, porém nem sempre corrigidos.
Não
há certezas apenas incertezas para um amanhã. O valor esperado pode não ser a
soma dos betas e desvios padrões de um passado que ontem era representativo,
mas hoje não é.
A teoria de Finanças avança para campos menos
precisos, mais reflexivos, será?
O comportamento é um peso a ser atribuído na
teoria das probabilidades? E qual será o exato valor deste peso? Quais serão as
variáveis respostas positivas ou negativas que possam explicar tal evento? A Estatística está em cheque mate: Ou explica
ou teoriza.
No
livro Desafio dos Deuses a espiral de Fibonacci
de aspecto familiar semelhante a conchas marinhas, chifres, galáxias,
ondas de surfistas preservam em sua estrutura uma forma sem alteração a medida em que é
aumentada. Cresce independentemente do seu tamanho do quadrado inicial que dá inicio ao processo. A forma é independente do crescimento, ou
seja, cria-se quantidade sem sacrificar qualidade, conforme diz W. Hoffer.
O Liber
abaci de Fibonacci, de 1202, isso mesmo, foi o primeiro passo no
entendimento sobre controle de risco, segundo P. Bernsteisn as pessoas acreditavam que o
risco ainda dependia da do capricho da
natureza, era preciso ter coragem para
enfrentar o destino e quando não se
tinha, culpava Deus. Essa aceitação permaneceu
coerente por ainda uns duzentos anos no futuro mesmo depois de Fibonacci.
Fonte: pneruda.edu.glogster.com- Finonacci
A Espiral descrita por Fibonacci, é infinita e começa com 0 e 1, os
números seguintes são sempre a soma dos dois números anteriores, sendo que depois de 0 e 1, vêm 1, 2, 3, 5, 8, 13,
21, 34… É uma sucessão de números presentes
em muitos fenômenos da natureza e em diversos organismos vivos que ao transformar esses números em quadrados
de forma geométrica, é possível traçar
uma espiral perfeita, chamada também de “proporção áurea”, usada na arte, na arquitetura e no design por
ser considerada agradável aos olhos. Seu valor é de 1,618 e, quanto mais você
avança na sequência de Fibonacci, maior é a divisão entre um termo e seu anterior se
aproxima desse número.
Indico este livro
apesar da contra indicação do meu orientador (muita perfumaria!), mas interessante
saber o caminho percorrido antes do conceito racional sobre Risco e Tomada de Decisões.
Enquanto
aguardamos o desenrolar das teorias das Finanças Modernas sobre risco, é melhor tomar vinho,
esse sim o único risco é alguns deslizes por conta de uns goles a mais.
Na
Foto acima, os amigos mestres, Rafael, Sergio
e Rodrigo comemorando o fim de 3 anos de estudos sobre Finanças, com muito suor, algum talento e quase nada de sorte.
Tema
do bate-papo: A comprovação empírica da existência
da lei de Murphy. "Anything that can go wrong will go
wrong". rs
Bibliografia:
BERNSTEIN,
Peter. Desafio aos Deuses: a
Fascinante História do Risco. Rio de Janeiro, Campus, 1997.
Lei
de Murphys : http://www.murphys-laws.com/murphy/murphy-true.html
Enciclopédia Britânica: http://www.britannica.com/EBchecked/topic/336467/Leonardo-Pisano

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