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O relatório da Felicidade nos fornece
uma contabilidade completa da distribuição
de felicidade da população separada por região e país. E a felicidade é
tida como uma medida melhor, mais adequada para indicar bem- estar do que os
conceitos contábeis de praxe, como por exemplo: Renda, Classe Social, qualidade de vida entre
outros em relação ao contexto social.
Ainda os estudiosos descobriram
que a desigualdade no quesito “bem –estar” oferece uma medida adequada
em à relação a desigualdade, do que as medidas geralmente aceitas e utilizadas
que são a distribuição de renda e a riqueza do indivíduo. O relatório vai longe e relata que há algumas
evidências preliminares de que o desenvolvimento
sustentável é uma variável propícia para indicar felicidade e ainda que a
felicidade é maior nos países em que estão mais preparados e desenvolvidos em
relação ao Desenvolvimento Sustentável, conforme os objetivos aprovados pelas Nações
Unidas em setembro de 2015.
E por último os pesquisadores concluem: O argumento tradicional de que a liberdade econômica deve ser defendido
acima de todos os outros valores, parece falhar no teste da felicidade: não há
evidências de que a liberdade econômica por si só seja uma das principais variáveis
que contribuem diretamente no bem-estar humano, obviamente em relação a sua
contribuição para a renda per capita e o emprego. E por fim os pesquisadores afirmam que há um
vasto caminho a aprender sobre as fontes profundas do bem-estar humano,
principalmente no que se refere as características específicas do trabalho e
sua relação favorável ou desfavorável para a felicidade. O relatório termina
mencionando o Papa Francisco que compartilha e enfatiza que a satisfação no trabalho é fonte fundamental do bem-estar humano.
Para ler na íntegra o RELATÓRIO DA FELICIDADE MUNDIAL DE
2016: http://worldhappiness.report/
Fonte: Helliwell,
J., Layard, R., & Sachs, J. (2016). World Happiness Report 2016, Update
(Vol. I). New York:
Sustainable Development Solutions Network.

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