quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Não pague para seu filho fazer aquilo que ele tem o dever, a obrigação e condições de faze-lo de graça.
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Ensino seu filho a fazer tarefas sem receber nada em troca, demonstre ( com beijos e abraços) o Valor que há na colaboração, parceria e empatia famíliar.
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Ensine seu filho que o dinheiro não compra tudo e  quanto antes ele perceber,  melhor.
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 Ensine  seu filho que afeto não tem preço,  compaixão não é pago com  cartão de crédito e que respeito ao próximo não custa nada.
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Ensine-o  que  Dinheiro traz felicidade sim, mas antes ele precisa aprender a ser Feliz com base dinheiro e sem dinheiro.
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Diga  que não haverá tradeoff em ajudar sua família, isso  não é Jobs, não é negócio, não é uma transação financeira,  e ele não recebera pagamento.

 Nada de premiar os filhotes com dinheiro porque ele tirou o lixo da cozinha, ou  tirou 10 em física ou  ainda ajudou a tia com os  remédios.
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Ensine a diferença entre solidariedade, negócios e colaboração. Cada qual tem sua moeda.
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 Ensine seus filhos que trabalho não é punição e explique a diferença entre ter um emprego e um trabalho.
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Sair com o cachorro do "vizinho" pode ser um job, porém lavar as louças em casa não NÃO É!😑.
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finanças & família & afins.

domingo, 6 de janeiro de 2019

Professor Disruptivo





Assim que iniciei na docência ouvi de um premiado colega de cabelos grisalhos, e por essa última qualidade, prestei bem atenção ao que dizia: “Nada substitui o poder do giz, (ou canetão), suor e saliva" para estabelecer a relação professor-aluno e quando “essa técnica” acontece em consequência ao processo intelectual ativo você estará promovendo o pensamento independente do seu aluno, e não é por não ser novo que não é inovador. E sempre que vejo um giz (canetão) lembro-me do pensamento socratiano que propunha aos interlocutores que colocassem suas concepções acerca de um tema e debatessem. Depois eram conduzidos a uma nova perspectiva do mesmo tema e questionados incessantemente e então “pariam-se” novas ideias. Será que nós, professores estamos viabilizando o nascimento de novas ideias, tal qual Sócrates? Obviamente uma Maiêutica atualizada e adaptada ao nosso século, utilizando-se porque não de tecnologias e novas metodologias de ensino. O aluno que pergunta já sabe a resposta, mas ele deseja o diálogo, a troca, a referência ou apenas a constatação de que já sabia a resposta. É aí que o professor atua como agente ativo, disruptivo, elo elucidativo na construção do conhecimento fomentando ambientes para o parto de novas ideias nos próximos 50 minutos ou 50 anos.